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Pampilhosa da Serra, Piódão e Arganil

Inspire fundo e recolha a si toda a natureza que o envolve. Banhe-se no silêncio das Serras do coração de Portugal e energize-se com toda a serenidade, equilíbrio e paz que emanam dos trilhos naturais e imaculados da região de Coimbra.

Viva 3 dias de pura conexão e harmonia com a natureza; conheça de perto a autenticidade das Aldeias de Xisto e deixe-se encantar pelos mistérios da Mata da Margaraça.


Descrição do roteiro

1º DIA – PAMPILHOSA DA SERRA, ALDEIAS DO XISTO – PIÓDÃO

Na Pampilhosa da Serra, o verde dos pinhais contrasta com o azul cristalino das barragens e rios, numa pintura idílica que convida à entrega plena de quem quer que arrisque a sentir a liberdade deste local.

Durante estes dias, convidá-lo a emaranhar-se pelos trilhos de serras e vales, Aldeias do Xisto e barragens que tecem a malha desta região. A hospitalidade das populações, a riqueza e diversidade das paisagens são um selo de qualidade e excelência de Pampilhosa da Serra. Conheça aqui a nossa sugestão para percursos pedestres.

Manhã

Janeiro de Baixo – Trilho pedestre – Praia Fluvial

Conduza desde o centro de Pampilhosa da Serra para a aldeia Janeiro de Baixo. Será um percurso de aproximadamente 30 minutos, com uma paisagem rural de grande beleza. Inicie a visita por esta aldeia, situada nas margens do Rio Zêzere, marcada pelas emblemáticas barcas que flutuam nas águas do rio e faziam ligação entre Pampilhosa da Serra e o Fundão. Esta aldeia oferece aos visitantes momentos únicos numa praia fluvial emoldurada por um cenário natural e fresco. Tem ainda, um complexo de lazer composto por parque de campismo, parque de merendas, campo de futebol e bar de apoio à praia. Sugerimos que passe a manhã em profunda conexão com estas maravilhas naturais, onde poderá, além de fazer uma caminhada, também desfrutar da de um mergulho na praia fluvial, seguido de um piquenique na melhor companhia.

Praia Fluvial de Janeiro de Baixo

Tarde

Aldeia do Fajão – Caminho do Xisto do Fajão – Vale do Ceira – Capela dos Mouros – Penedos de Penalva – Museu Monsenhor Nunes Pereira – Capela de Nª Sra. da Guia – Alojamento – Jantar no restaurante “Pascoal” – Chanfana de Cabra, Doces de Chila e “Tigelada”

Siga novamente de carro, agora para a Aldeia do Fajão, onde deverá estacionar perto do centro, pois a proposta é, a partir daqui, continuar pelo percurso a pé. O percurso circular do Caminho do Xisto do Fajão tem como ponto de partida e chegada o Largo da Igreja. Seguindo pela rua principal, deixamos a aldeia, descendo em direção ao Vale do Ceira, por caminhos estreitos e rodeados por pinheiros, o que lhe dará uma vista panorâmica e deslumbrante sobre o rio com o mesmo nome.

O segundo terço deste percurso é marcado pela subida, que evolui nesta escarpa por um caminho estreito entre grandes blocos de quartzito. A meio da subida, encontrará a Igreja ou Capela dos Mouros, uma gruta escavada na escarpa, como símbolo máximo do poder da natureza.

Aldeia do Fajão
Aldeia do Fajão | Créditos fotográficos: Aldeias do Xisto

Faça pequenas paragens para inspirar fundo e registar mentalmente todas as sensações físicas que este percurso lhe proporciona: fixe os cheiros envolventes, a brisa, os sons que acompanham todo o caminho como lembretes do seu estado relaxado e em conexão com a natureza que o envolve.

Seguindo em frente, a subida continua até aos Penedos de Penalva (ponto mais alto do percurso), onde poderá descansar enquanto observa a vista magnífica da Serra do Açor e Aldeia do Fajão. Ainda nesta aldeia, poderá aproveitar para visitar o Museu Monsenhor Nunes Pereira, com uma vasta obra em xilogravura, aguarelas e objetos pertencentes à história da aldeia. Poderá ainda visitar a Capela de Nª Sra. da Guia.

Museu Monsenhor Nunes Pereira
Museu Monsenhor Nunes Pereira

 

Para jantar, sugerimos o restaurante “Pascoal”, em Fajão, onde predominam as especialidades mais caraterísticas da região – a Chanfana de Cabra, os Doces de Chila e a “Tigelada”.

A nossa sugestão é que viva esta experiência em pleno e, por isso, recomendamos o alojamento no Hotel Inatel Piódão 4*, não perca as várias opções de lazer e entretenimento ao seu dispor, incluindo piscina interior, uma banheira de hidromassagem, e sauna, um mimo imperdível para aliviar o stress.

 

2.º DIA ARGANIL E SERRA DO AÇOR

Arganil – Capela de São Pedro – Igreja da Misericórdia – Capela do Senhor da Agonia – Pelourinho da Vila – Necrópole dos Moinhos de Vento – Acampamento Militar Romano da Lomba do Canho – Santuário de Nossa Senhora do Monte Alto – Aldeia de Piódão – Igreja Matriz do Piódão – Núcleo Museológico do Piódão – Almoço no “Solar dos Pachecos” – Alojamento – Jantar no ” Delícias de Piódão”

Pela frescura da manhã, conduza aproximadamente 40 minutos até chegar a Arganil. Assim que chegar, sugerimos que visite alguns dos pontos mais relevantes, nomeadamente a Capela de São Pedro, a Igreja da Misericórdia, os núcleos de Etnografia e Arqueologia de Arganil. A cerca de 2 Km do centro, encontra o Santuário de Nossa Senhora do Monte Alto, datado do século XVI, a 500 metros de altitude, celebrando no dia 15 de agosto uma célebre Romaria que atrai inúmeros visitantes, visita ao Santuário. Sugerimos almoço no restaurante Sombrinha- Restaurante & Petiscos.

 

Numa verdadeira visita ao passado, pisar estes territórios é um convite a viajar pela alucinante História portuguesa, recolhendo narrativas há muito datadas, mas cujos impactos orientam e determinam muito do que acontece nos dias de hoje. Dê a mão ao passado e passeie pelo presente com consciência redobrada sobre a importância dos caminhos que trilhamos enquanto povo até aos dias de hoje.

De paragem e visita atenta obrigatória é a Aldeia de Piódão, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“ e que – prometemos – é um marco memorável para quem quer que a visite.

Piódão
Piódão | Créditos fotográficos: C.M. Arganil

É sem surpresas que é apelidada por muitos como “aldeia presépio”, pela sua configuração recortada na montanha, que se estende pela encosta com dezenas de casas de arquitetura e tonalidade semelhante, talhadas com a pedra de xisto e com portadas pintadas de azul. Pela sua antiguidade, estado de preservação e beleza absolutamente singular, é referência nacional e mundial como um espaço com a identidade vincada de uma aldeia serrana sem igual.

A natureza envolvente preserva-se em estado quase puro, podendo registar-se diversas espécies de fauna e flora típicas do local. Também por causa disso e da importância em mantê-la o mais intocável possível, a Aldeia do Piódão é de difícil acesso.

A Igreja Matriz do século XVII e o Núcleo Museológico do Piódão, exibem orgulhosamente os costumes, as tradições e modos de vida destas antigas paragens, pelo que recomendamos uma atenta visita para mergulhar a fundo neste local.

Para eternizar esta visita, poderá comprar artesanato e produtos gastronómicos regionais nas lojas existentes na aldeia.

O restaurante “O Solar dos Pachecos” é a nossa melhor recomendação para fechar a manhã com uma deliciosa aventura, não só pela excelente localização, mas também pela qualidade excecional da comida típica da região.

Depois de explorar atentamente a aldeia escarpada e de registar para a posteridade a sua beleza genuína, atreva-se a descobrir o InXisto Lodges, um alojamento contemporâneo com vistas de cortar a respiração para a montanha, graças às suas enormes janelas panorâmicas que convidam a um momento contemplativo. Para experimentar os sabores da gastronomia local, o jantar no restaurante “Delícias de Piódão” levá-lo-á a deliciar-se com algumas das iguarias mais inesquecíveis em território nacional.

3.º DIA ALDEIA HISTÓRICA DE PIODÃO

Mata da Margaraça – Cascata Fraga da Pena – Centro de Interpretação Casa Grande – Aldeia de Benfeita – Restaurante “D’aqui e D’acolá” – Centro histórico de Arganil – Igreja da Misericórdia

Ao raiar da manhã, prepare-se para um novo dia, desta vez em direção à Mata da Margaraça, o ex-líbris da Serra do Açor, no concelho de Arganil. Na sua extensão, esta reserva biogenética preserva uma beleza natural absolutamente sublime, que o convidará a uma entrega relaxada à harmonia com a natureza.

Serra do Açor
Serra do Açor

Considerado o último reduto da floresta nativa que cobriu, outrora, a região, é composta 68 hectares de floresta bruta, primitiva e apaixonante, consagrando a vida pulsante de múltiplas espécies que enriquecem e nutrem este espaço sagrado de natureza intocável.

A Fraga da Pena, situada no coração deste cenário, é uma cascata paradisíaca por onde a água jorra de uma altura de 70 metros. Equipada com zona de recreio e lazer, é o local ideal para encontrar tranquilidade e inspiração neste ambiente propício ao relaxamento e conexão.

Fraga da Pena
Fraga da Pena

Sugerimos a visita ao Centro de Interpretação Casa Grande, espaço onde é possível conhecer os pontos mais fortes da mata e preparar terreno para a aventura que se segue: o percurso pedestre.

O percurso pedestre da Mata da Margaraça tem cerca de 1,5 quilómetros e a duração de 1h30.

Situada perto da Mata da Margaraça, poderá encontrar a bela Aldeia de Benfeita, um lugar que certamente não passará em claro pelo seu charme rústico e bucólico. Conhecida como a terra das colheres de pau, quase em vias de extinção, ainda podem ser encontradas à venda pela aldeia.

Para um memorável repasto, o restaurante “D’aqui e D’acolá” convida-o um festival de sabores com os petiscos regionais em destaque.

Se ainda tiver tempo, poderá seguir para o centro de Arganil, para uma paragem para um café no centro histórico, que não dispensa uma visita a um monumento de referência – a Igreja da Misericórdia.

Créditos das imagens – CCDRC 

Este roteiro é uma sugestão TRIBES – Tour Operator
Poderá contactar-nos e teremos todo o gosto em ajudá-lo na sua reserva ou a construir um roteiro à sua medida! 
Conheça os produtos gastronómicos típicos da região